Já havíamos comentado aqui, que somos o único Centro de Serviço Autorizado a ter um canal exclusivo de suporte a iPhones. 
Agora iremos periodicamente postar dicas e artigos de suporte oficiais da Apple para ajudá-los a resolver eventuais problemas com o seu iDevice.
E claro, pode contar sempre conosco para suporte autorizado em garantia ao seu iPhone e qualquer outro produto Apple. ;)

ATUALIZAÇÃO
Para dúvidas, cotações e sugestões, fale com a gente aqui: mbe.net.br/online

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Já havíamos comentado aqui, que somos o único Centro de Serviço Autorizado a ter um canal exclusivo de suporte a iPhones. 

Agora iremos periodicamente postar dicas e artigos de suporte oficiais da Apple para ajudá-los a resolver eventuais problemas com o seu iDevice.

E claro, pode contar sempre conosco para suporte autorizado em garantia ao seu iPhone e qualquer outro produto Apple. ;)

ATUALIZAÇÃO

Para dúvidas, cotações e sugestões, fale com a gente aqui: mbe.net.br/online


Enfim, o novo iPad está disponível oficialmente no Brasil!
O modelo Wi-Fi, de 16GB, 32GB e 64GB custam respectivamente R$ 1.549,00, R$ 1.749,00 e R$ 1.999,00.
Os modelos com 3G/4G, de 16GB, 32Gb e 64GB custam respectivamente R$ 1849,00, R$ 2049,00 e R$ 2.299,00.
O iPad 2 agora só está disponível na capacidade de 16GB. O Wi-Fi custa R$ 1.399,00 e o 3G, R$ 1.849,00.
Lembrando que agora sim, a garantia mundial poderá ser acionada diretamente conosco, conforme já havíamos antecipado aqui.

Enfim, o novo iPad está disponível oficialmente no Brasil!

O modelo Wi-Fi, de 16GB, 32GB e 64GB custam respectivamente R$ 1.549,00, R$ 1.749,00 e R$ 1.999,00.

Os modelos com 3G/4G, de 16GB, 32Gb e 64GB custam respectivamente R$ 1849,00, R$ 2049,00 e R$ 2.299,00.

O iPad 2 agora só está disponível na capacidade de 16GB. O Wi-Fi custa R$ 1.399,00 e o 3G, R$ 1.849,00.

Lembrando que agora sim, a garantia mundial poderá ser acionada diretamente conosco, conforme já havíamos antecipado aqui.


Saiu o update 10.7.4 para o OS X Lion.
Na versão client, os destaques são:
Resolvido o bug onde o checkbox “Reopen windows when logging back in” ficava sempre marcado;
Aprimora o uso de arquivos .pac para configuração de proxy;
Aprimora compatibilidade com teclados USB,
Corrige o bug que impedia arquivos serem salvos em volumes de rede via SMB;
Inclui novas câmeras compatíveis com o formato RAW;
Corrige o bug do FileVault, entre outros bugs de segurança.
A versão Server também foi lançada com os seguintes destaques:
Diversos aprimoramentos nos serviços de compartilhamento de arquivos;
Diversos aprimoramentosno Profile Manager, como novos payloads;
Melhora a estabilidade no Server app;
Reconfigura as entradas de DNS de acordo com as alterações de hostname;
Permite restaurar o OD de um backup feito no Snow Leopard Server (curtimos isso!).
O 10.7.4 client pode ser baixado aqui e o Server aqui.
Aos nossos clientes, nossa recomendação de praxe: testaremos o novo update em nosso laboratório antes de aplicarmos nos Macs em produção.
Quanto aos servidores, nem se fala! Faremos testes extensos em nossos servidores de homologação, apesar de acharmos bem promissora essa atualização. Aguardem, postaremos aqui os resultados!

Saiu o update 10.7.4 para o OS X Lion.

Na versão client, os destaques são:

  • Resolvido o bug onde o checkbox “Reopen windows when logging back in” ficava sempre marcado;
  • Aprimora o uso de arquivos .pac para configuração de proxy;
  • Aprimora compatibilidade com teclados USB,
  • Corrige o bug que impedia arquivos serem salvos em volumes de rede via SMB;
  • Inclui novas câmeras compatíveis com o formato RAW;
  • Corrige o bug do FileVault, entre outros bugs de segurança.

A versão Server também foi lançada com os seguintes destaques:

  • Diversos aprimoramentos nos serviços de compartilhamento de arquivos;
  • Diversos aprimoramentosno Profile Manager, como novos payloads;
  • Melhora a estabilidade no Server app;
  • Reconfigura as entradas de DNS de acordo com as alterações de hostname;
  • Permite restaurar o OD de um backup feito no Snow Leopard Server (curtimos isso!).

O 10.7.4 client pode ser baixado aqui e o Server aqui.

Aos nossos clientes, nossa recomendação de praxe: testaremos o novo update em nosso laboratório antes de aplicarmos nos Macs em produção.

Quanto aos servidores, nem se fala! Faremos testes extensos em nossos servidores de homologação, apesar de acharmos bem promissora essa atualização. Aguardem, postaremos aqui os resultados!


Todo o carioca sabe, a cor desse verão foi laranja, mais precisamente laranjinha! Essa é a cor das bicicletas do Bike Rio, projeto de mobilidade urbana da Prefeitura do Rio em parceria com o Itaú e a SAMBA.
No último dia 23, o projeto alcançou a incrível marca de 500.000 viagens, desde a sua inauguração em outubro de 2011.
O principal objetivo do projeto é fornecer a população uma alternativa sustentável e não poluente de transporte público, através do aluguel de bicicletas, com opções de passes mensais e passes com duração de 1 hora.
O passe mensal custa R$ 10,00 e dá direito ao uso das bicicletas por um período de até 1 hora, com intervalos de 15 minutos entre cada período de uso. Caso você queira usar mais de 1 hora sem intervalo, é cobrado o adicional de R$ 5,00 por hora.
Os passes podem ser comprados pelo telefones 4063-3111 ou 3005-4316, ou através do ótimo app para iPhone. O app permite também localizar as estações mais próximas de você, saber o status de cada uma delas e, obviamente, liberar a bicicleta para uso.O app usa o Notification Center do iOS para avisar sobre passes expirados e mensagens do sistema.
Existe também uma versão do app para Android.
 
O Bike Rio possui atualmente 55 estações alimentadas por energia solar, 550 bicicletas e prevê no futuro 300 estações com 3.000 bicicletas. Que fique claro, que essa meta só poderá ser plenamente alcançada com a extensão da malha de ciclovias na cidade. 

Salvo problemas pontuais, o serviço funciona muito bem, com manutenção constante nas bicicletas e estações bem como atendimento cordial pela equipe do call center. Inclusive na MBE algumas pessoas usam com regularidade para deslocamentos próximos, não temos do que reclamar!
Apesar desse ótimo início, cabe ressaltar que a Prefeitura ainda tem um longo caminho para ampliar o serviço para outras regiões da cidade, como a zona oeste e zona norte e principalmente oferecer uma solução para que todas as regiões da cidade possam ser interligadas de forma viável. Numa cidade onde o transporte público de massa é extremamente falho, alternativas como essa podem de fato fazer a diferença.

Todo o carioca sabe, a cor desse verão foi laranja, mais precisamente laranjinha! Essa é a cor das bicicletas do Bike Rio, projeto de mobilidade urbana da Prefeitura do Rio em parceria com o Itaú e a SAMBA.

No último dia 23, o projeto alcançou a incrível marca de 500.000 viagens, desde a sua inauguração em outubro de 2011.

O principal objetivo do projeto é fornecer a população uma alternativa sustentável e não poluente de transporte público, através do aluguel de bicicletas, com opções de passes mensais e passes com duração de 1 hora.

O passe mensal custa R$ 10,00 e dá direito ao uso das bicicletas por um período de até 1 hora, com intervalos de 15 minutos entre cada período de uso. Caso você queira usar mais de 1 hora sem intervalo, é cobrado o adicional de R$ 5,00 por hora.

Os passes podem ser comprados pelo telefones 4063-3111 ou 3005-4316, ou através do ótimo app para iPhone. O app permite também localizar as estações mais próximas de você, saber o status de cada uma delas e, obviamente, liberar a bicicleta para uso.
O app usa o Notification Center do iOS para avisar sobre passes expirados e mensagens do sistema.

Existe também uma versão do app para Android.

 

O Bike Rio possui atualmente 55 estações alimentadas por energia solar, 550 bicicletas e prevê no futuro 300 estações com 3.000 bicicletas. Que fique claro, que essa meta só poderá ser plenamente alcançada com a extensão da malha de ciclovias na cidade. 

Salvo problemas pontuais, o serviço funciona muito bem, com manutenção constante nas bicicletas e estações bem como atendimento cordial pela equipe do call center.

Inclusive na MBE algumas pessoas usam com regularidade para deslocamentos próximos, não temos do que reclamar!

Apesar desse ótimo início, cabe ressaltar que a Prefeitura ainda tem um longo caminho para ampliar o serviço para outras regiões da cidade, como a zona oeste e zona norte e principalmente oferecer uma solução para que todas as regiões da cidade possam ser interligadas de forma viável. Numa cidade onde o transporte público de massa é extremamente falho, alternativas como essa podem de fato fazer a diferença.

Review: Google Drive

Finalmente, depois de muito tempo de espera, o Google lançou o seu serviço de armazenamento na nuvem para competir com o Dropbox, Microsoft SkyDrive e afins.

Batizado de Google Drive, o serviço chega de cara com 5GB de espaço gratuito, com opções pagas de 25GB (US$ 2,49/mês), 100GB (US$ 4,99/mês) chegando até 16TB!

Um recurso bem interessante é a integração do Google Docs ao Drive, permitindo a colaboração online através de compartilhamento de pasta e arquivos com outros usuários.
 

Instalação

Mais simples, impossível! Basta baixar o Drive, abrir o arquivo .dmg e arrastar o app para a pasta Applications (Aplicativos). Em seguida, duplo clique no app, coloque seu usuário e senha do OS X e pronto. A próxima etapa é a configuração do Drive.


Configuração

Entre com o seu usuário e senha do Google e escolha o idioma no canto inferior direito. Caso você ainda não tenha uma conta no Google, no canto superior direto há o botão Sign Up que permitirá que você crie sua conta.

Na tela seguinte é possível alterar a localização da pasta do Google Drive no seu Mac e ainda quais pastas remotas você deseja sincronizar.

Posteriormente, acessando o ícone do Google Drive instalado na barra de menus, é possível alterar quais pastas irão sincronizar, monitorar o uso, comprar mais espaço de armazenamento e habilitar o acesso offline aos arquivos.


Uso e Google Docs

Pastas e arquivos são sincronizados quando movidos ou copiados para a pasta principal do Drive (~/Google Drive/), definida nas configurações iniciais. Planilhas, arquivos de texto e demais documentos compatíveis, podem ser convertidos para o Google Docs. Arquivos convertidos não usam a sua cota de armazenamento.

Através da interface web, é possível definir permissões avançadas de acesso e compartilhamento de pastas e arquivos, outro recurso herdado do Google Docs.

Por enquanto, atalhos para pastas e symlinks não são compatíveis com o Drive, ao contrário do Dropbox. Esperamos que nos próximo updates esse recurso funcione.

Outro detalhe que falta é o app para iOS. Até o momento o Google só lançou a versão para Android. Por enquanto a solução é usar apps de terceiros, como Quickoffice e Documents To Go para acessar seus documentos na nuvem da gigante de Mountain View.

No geral o Drive é bem simples de configurar e usar, é estável e sincroniza com relativa rapidez. Fica claro que o Google chega com uma ótima alternativa, com recursos avançados, espaço generoso e preços bem agressivos para balançar o mercado de armazenamento e colaboração online.

O Drive está disponível também para usuários e empresas que possuem contas no Google Apps.

Já falamos sobre o excelente Archie Pelago aqui no Blog, lembram?

Nesse vídeo, os caras fazem uma performance ao vivo na Tekserve em Nova York e entre as músicas, eles comentam sobre o processo criativo e a tecnologia usada para compor e tocá-las.

O trio explica como The Bridge é usado para manter em sync o Serato e o Ableton Live e como funciona a interação entre o digital e os instrumentos analógicos. O resultado vale muito a pena ouvir!